#002 – Pedra armorial

Captura de tela de 2016-04-20 09:58:50A Revista Hoblicua #002 – Pedra Armorial é dedicada ao poeta, dramaturgo, romancista, ensaísta e artista plástico Ariano Suassuna. A edição especial traz uma entrevista inédita com o escritor, além do Alfabeto Sertanejo, poemas [Ao Cristo crucificado, A uma dama transitória entre outros], iluminogravuras [Sonetos com Mote Alheio e Sonetos de Albano Cervonegro], discurso de posse na ABL e verbete sobre o escritor.

Sobre o escritor: Ariano Vilar Suassuna nasceu na cidade da Paraíba (hoje João Pessoa), capital do estado da Paraíba, em 16 de junho de 1927, vindo a falecer no Recife, em 23 de julho de 2014. Filho de João Suassuna e Rita de Cássia Dantas Villar, nasceu no Palácio do Governo. É no sertão da Paraíba que Ariano passa boa parte da infância, primeiro na Acauhan, depois no município de Taperoá. Ao ingressar na Faculdade de Direito, em 1946, liga-se ao grupo de estudantes que retoma o Teatro do Estudante de Pernambuco (TEP). Em 1947, escreve a sua primeira peça, a tragédia Uma mulher vestida de sol. Em 1951, em Taperoá, para onde vai a fim de curar- se do pulmão, escreve e encena, com mamulengos, o entremez Torturas de um coração, seu primeiro trabalho ligado ao campo do cômico. Após Torturas, escreve mais uma tragédia, O arco desolado (1952), para então dedicar-se às comédias que o deixaram famoso: Auto da Compadecida (1955), O casamento suspeitoso (1957), O santo e a porca (1957), A pena e a lei (1959) e Farsa da boa preguiça (1960). De 1958 a 1970, trabalha em um longo romance, editado em 1971, o Romance d’A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta, cuja continuação, a História d’O rei degolado nas caatingas do sertão – ao sol da Onça Caetana, sairá em livro em 1977. Na década de 1980, lança dois álbuns de iluminogravuras, associando seu trabalho de escritor ao de artista plástico. Em 1990, toma posse na Academia Brasileira de Letras, ingressando, depois, nas Academias de Letras dos estados de Pernambuco (1993) e da Paraíba (2000).

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